domingo, 18 de junho de 2017

Biblioteca Digital Mundial

Jose Osvaldo - Pradinho

15 de jun (Há 3 dias)
para Jose Cancelar inscrição
Assunto: BIBLIOTECA MUNDIAL DA ONU-" Site" para guardar


PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA !!!
Já está disponível na Internet, através do site

The World Digital Library provides free access to manuscripts, rare books, maps, photographs, and other important cultural documents from all countries and cultures, in Arabic, Chinese, English, French, Portuguese, Russian and Spanish.
 
É uma notícia QUE NÃO SÓ VALE A PENA REENVIAR COMO É UM DEVER ÉTICO, FAZÊ-LO!
 
Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as
bibliotecas do planeta.

 
"Tem, sobre tudo, carácter patrimonial" , antecipou em LA NACION
Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições. A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de  património, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".
Entre os documentos mais antigos há alguns códices  pré-colombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562", explicou Abid.
 
Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.
 
Fácil de navegar:
 
Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve
explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram
passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.
 
Como se acede ao sítio global?
 
Embora seja apresentado oficialmente  na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:
 

http://www.wdl.org/
The World Digital Library provides free access to manuscripts, rare books, maps, photographs, and other important cultural documents from all countries and cultures, in Arabic, Chinese, English, French, Portuguese, Russian and Spanish.

.org
 
O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registarem.
 
Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas
geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as
explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo,
espanhol e português), embora os originas existam na sua língua
original.
Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura cómoda e minuciosa.
 
Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de
Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de
numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a
primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de Lafontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.
 
Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:
América Latina e Médio Oriente. Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.
 
A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da
Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e actualmente contém 11 milhões de documentos em linha.
 
Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.


Aproveitem...


Pode ler-se em Português, Francês, Espanhol e Inglês. É só escolher a língua!

Biblioteca Digital Mundial
Foi aberta terça-feira em Paris. É da UNESCO.
Aprendendo a navegar, podemos ampliar fotos, ler comentários e manuscritos raros... Passem para filhos, sobrinhos, netos, amigos...



A Biblioteca Digital Mundial disponibilizará na Internet, gratuitamente e em formato multilíngue, importantes fontes de culturas de todo mundo, incluindo manuscritos, mapas, livros raros, partituras, gravações, filmes, gravuras, fotografias, desenhos arquitetônicos e muito mais. Os objetivos da Biblioteca Digital Mundial são: promover o entendimento e a conscientização internacional e intercultural, fornecer recursos para educadores, ampliar conteúdos em idiomas diferentes do inglês e não-ocidentais na Internet, e contribuir para a pesquisa acadêmica.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Cantora e atriz Sara Bentes lança novo livro "...E não se esqueçam de regar

Mundo Cegal mundo@mundocegal.com.br

Anexos12:01 (Há 13 horas)


para divulgacoes
...
Cantora e atriz Sara Bentes lança novo livro "...E não se esqueçam de regar os girassois".

Já está disponível, pela Amazon.com, o novo livro da escritora, atriz, cantora e compositora Sara Bentes: ...E não se esqueçam de regar os girassóis.

O livro conta a história de duas pessoas com distintas deficiências que se
apaixonam e vivenciam as agruras e beneces dessa união. "que ele possa
levar alegrias, emoções e momentos mágicos a milhões de pessoas! ",
declarou a autora.

À venda na Amazon.com, a obra pode ser lida com plena acessibilidade e,
claro, muito encanto. É um daqueles livros que prendem o leitor até o
final.

Confira a sinopse: Uma trombada forte no corredor e coisas derrubadas no
chão; é desta maneira bem clichê que Emanuel e Giovana se conhecem, só que
ele, apoiado em suas muletas, não consegue se abaixar para pegar o que ela
derrubou de suas mãos, e ela, com apenas 10% de visão, não enxerga os
objetos espalhados no piso. Com humor e realismo, “E não se esqueçam de
regar os girassóis” conta a história desses dois jovens cercados de arte,
de amigos interessantes, numa cidade praiana de médio porte onde não é
difícil todos terem seus passados entrelaçados. Emanuel é um programador
criativo e carismático, um palhaço incorrigível, que traz no corpo as
consequências de escolhas violentas e autodestrutivas de um passado já
superado, enquanto Giovana, uma artista sensível que ama a natureza, ainda
chora a perda recente do sentido mais valorizado do ser humano: a visão.
Ele se esforça para ajudá-la a se superar, a se alegrar e a focar nas
soluções, na coragem e no amor, ao mesmo tempo em que continua cumprindo o
que acredita ser sua missão: ser um hacker do bem e combater a violência
invadindo e desfigurando páginas na internet que incentivem qualquer tipo
de agressão. Juntos, viverão desafios e surpresas, terão que encarar
preconceitos, inclusive os deles próprios, terão que descobrir maneiras de
lidar com suas diferenças e traumas, e verão essa crescente união ameaçada
quando uma das invasões digitais de Emanuel mexe com gente perigosa e
coloca a vida de Giovana em risco... Com toques de poesia e olhares
profundos, esta estória fala do ser humano, e vai te surpreender.

Link do livro na Amazon: http://www.amazon.com.br/dp/B01MXQ3259

Descrição da capa do livro: A capa é composta por uma fotografia, onde Na
metade esquerda, em destaque, uma mulher retratada da cintura para cima,
de costas e meio perfil, parece direcionar o olhar para o horizonte, e na
metade direita, quadrante inferior, um braço masculino estendido segura
uma flor vermelha, que toca o braço direito da moça. O fundo desfocado, em
tons de azul muito claro na parte superior, e uma pequena porção de azul
mais escuro na parte inferior direita, sugere o cenário de uma praia.
 A moça tem longos cabelos castanhos lisos, e usa um vestido florido de
cores suaves, predominantemente o rosa, e alça fina, que deixa em
destaque seu ombro direito. Há um efeito de halo luminoso intenso em seus
cabelos, do lado esquerdo, provocado pela luz do sol.  O título "E não se
esqueçam de regar os girassóis" está escrito com letras cor de laranja,
na metade superior direita, sobre o fundo da fotografia do céu azul
claro, com destaque para a palavra girassóis. O nome da autora, Sara
Bentes, está escrito com letras brancas na parte inferior central da
capa.



Ameaça de retrocessos na garantia de livro acessível é tema de reunião na PFDC

Ameaça de retrocessos na garantia de livro acessível é tema de reunião na PFDC

Entrada
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Renato Barbato

23:59 (Há 1 hora)
para Renato
Olá amigos e amigas.
Vejam que matéria lúcida e coerente com nosso ordenamento jurídico e com os reais direitos das pessoas com deficiência e não com interesses puramente comerciais.
Só podia vir de um órgão sério e alinhado com a defesa dos direitos humanos, em especial nesse caso com o direito das pessoas com deficiência visual, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - PFDC/MPF.
Leiam e façam seu próprio juízo.

Renato Barbato
Jornalista, locutor e apresentador
Se você quer um mundo diferente, seja diferente, faça a diferença.

Movimentos de defesa de direitos da pessoa com deficiência estiveram reunidos com a procuradora federal dos Direitos do Cidadão para tratar dos riscos da incorporação do Tratado de Marraqueche à legislação nacional


Um decreto presidencial tornando constitucional o chamado Tratado de Marraqueche pode colocar em risco a autonomia e a liberdade das pessoas com deficiência no que se refere ao direito de acesso à leitura, à informação e à comunicação. O alerta foi feito por representantes do Movimento Cidade para Todos (MCPT) e do Movimento pelo Livro e Leitura Acessíveis (Molla), que estiveram reunidos com a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat.
No encontro, os movimentos sociais destacaram que, desde janeiro de 2016, com a entrada em vigor da Lei Brasileira de Inclusão (Lei Nº 13.146), as pessoas com deficiência passaram a ter assegurado o direito de acesso à leitura em igualdade de condições com as pessoas sem deficiência. Para isso, o poder público deveria incentivar a produção e a comercialização de livros acessíveis estimulando, inclusive, o cumprimento da medida por parte das editoras, que só poderiam participar de processos comerciais com órgãos de governo se ofertassem seus acervos também em formatos acessíveis.
No entanto, em 2015 o Congresso Nacional aprovou o Tratado de Marraqueche – que traz uma série de compromissos no que se refere à reprodução e a distribuição de obras, livros e textos em formato acessível a pessoas com deficiência visual.
De acordo com o movimento, embora as diretrizes previstas no tratado representem avanços significativos para muitos dos países que assinaram o documento, no caso do Brasil o ordenamento pode representar um retrocesso nas garantias dos direitos das pessoas com deficiência, visto que o arcabouço legislativo brasileiro já disciplina, de modo até mais extensivo, os campos que o Tratado se propõe a regular.
"A adoção do Tratado de Marraqueche causará enormes prejuízos em muitos pontos: no elenco dos gêneros de obras permitidas, na restrição da quantidade de agentes autorizados para a adaptação, no desatendimento aos requisitos de desenho universal e na retomada da conceituação médica de deficiência – que vigorou em um paradigma já superado, em que não havia o devido respeito a autonomia da pessoa com deficiência, vista como mera destinatária de assistencialismos", pontuaram.
O grupo também alertou que, com a nova orientação, os custos dessa produção seriam transferidos das editoras para o governo – visto que essas instituições são mantidas por meio de subsídios, já que não possuem fins lucrativos.
Para a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, as diretrizes do Tratado de Marraqueche constituem acordo de proteção comercial, não havendo, portanto, o status de direitos humanos que permitiria ao documento ser incorporado à legislação nacional na forma de uma emenda constitucional. Assim, caso seja publicado o decreto presidencial que o incorpora à legislação nacional, caberia atuação por parte do Ministério Público Federal.
Saiba mais – A garantia do direito ao livro acessível já vem sendo objeto de atuação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, por meio de seu Grupo de Trabalho Direitos da Pessoa com Deficiência. O GT vem trabalhando, sobretudo, no estímulo a políticas públicas para o cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão. Saiba mais aqui e aqui.
Assessoria de Comunicação e Informação - ACI
Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - PFDC/MPF
Tel.: (61) 3105-6083
pfdc-comunicacao@mpf.mp.br



terça-feira, 10 de maio de 2016

O Futuro do Livros (Legendado) - Documentário Univesp







Publicado em 18 de jun de 2015
Sinopse: O livro impresso não vai desaparecer, tampouco o formato digital vai se tornar exclusivo no mercado. Esta é a opinião de Robert Darnton, diretor da biblioteca da Universidade de Harvard (EUA), revelada em entrevista à UNIVESP TV. No vídeo, o historiador fala sobre o futuro do livro num mundo que observa a massificação da internet e a popularização dos leitores eletrônicos.

Como converter documentos para o formato ePub







Publicado em 12 de set de 2015
Tutorial básico sobre a criação de livros no formato ePub.

Softwares usados:

Free Screen Video Capture
http://www.topviewsoft.com/free-scree...

Calibre
http://calibre-ebook.com/download

Word 2013

Desembargador Federal do Trabalho – RICARDO TADEU MARQUES DA FONSECA – Curitiba /Pr. Doutor em Direito, especialista e mestre em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho.

REDE DE LEITURA INCLUSIVA - O ACESSO AOS LIVROS DIGITAIS PERLA ASSUNÇÃO – Fundação Dorina Nowill Para Cegos São Paulo /SP

sábado, 7 de maio de 2016

ACESSO AO LIVRO NA LBI - LEONDENIZ CANDIDO DE FREITAS – Servidor do Tribunal Regional do Trabalho – Curitiba /Pr . Coordenador do Portal Mundo Cegal e presidente da Tecnoblind, Bacharel em direito e Informática.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

A BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ - SEÇÃO BRAILLE E FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS REALIZAM FÓRUM SOBRE " LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO - ACESSO AOS LIVROS DIGITAIS"

A BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ - SEÇÃO BRAILLE  E FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS  REALIZAM  FÓRUM SOBRE:                    
 " LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO   -   ACESSO AOS   LIVROS  DIGITAIS"
Palestrantes:
Desembargador Federal do Trabalho – RICARDO TADEU MARQUES DA FONSECA   – Curitiba  /Pr.  Doutor em Direito,  especialista e mestre em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho.  Atuou na ONU para a redação da Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa  com Deficiência, norma que o Brasil ratificou em agosto de 2008.   Contribuiu com a redação da Lei Brasileira de Inclusão na câmara dos Deputados.  É autor de diversos artigos e do livro "O trabalho da pessoa com deficiência e a lapidação dos direitos humanos."            Tema:  ACESSO AO LIVRO NA  LBI  LEONDENIZ CANDIDO DE FREITAS – Servidor   do Tribunal Regional do Trabalho – Curitiba /Pr .  Coordenador  do Portal Mundo Cegal e presidente da Tecnoblind, Bacharel  em direito e Informática.      Tema: O ACESSO AOS LIVROS DIGITAIS  PERLA ASSUNÇÃO – Fundação Dorina Nowill Para Cegos São Paulo /SP. Bacharel em Comunicação Social com especialização em Projetos Sociais e Políticas Públicas.     Tema: REDE DE LEITURA INCLUSIVA 
O Fórum acontecerá no auditório Poul Garfunkel 2º andar - Biblioteca Pública do Paraná no dia 5/05/2016 das 13h ás 17h e contará com a presença de interpretes de Libras e audiodescrição.
Inscrições para certificação: inscricaobraille@bpp.pr.gov.br
Mais informações: (41) 3221-4985
APOIO: FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS 
               UNINTER - SIANEE
               MUNDO CEGAL
              ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ
     

sexta-feira, 29 de abril de 2016

How To Publish Your EBook on Amazon Kindle







Publicado em 1 de out de 2015
Publishing your book can seem like a huge undertaking, but in this interview with Dr. Fred Jones, he is going to help you get your book published and on the market.

0:33 Where do you start on Amazon to have your book published?

Link mentioned to set up your Amazon account for book publishing - http://kdp.amazon.com
(Kindle Direct Publishing)

What info do you need to set up a KDP on Amazon?

Keep in mind that you are setting up a publishing company with the KDP account.

1:48 Once you have the Amazon KDP Account set up, where do you go to set up your 1st book?

Just 3 simple steps and you are well on your way to having your book published!

1. Title of your book
2. Subtitle of your book
3. Pick the right Category

2:46 Is Amazon KDP only for ebook publishing?

What is the difference between KDP and Create Space for publishing your book?

If you want to publish a paperback book go to - http://createspace.com

What do you need to publish your ebook?

1. Book Manuscript
2. Book Cover

Once you have the book manuscript uploaded into Kindle Direct Publisher, how long until your book is published?

3:50 Why should you use a company name when setting up your KDP?

4:54 What key elements should be in your book description to draw in your target market and make sales?

Is your book summary hooky? Dr. Fred says it should and yes, he explains what that means.

6:16 What is an ISB Number?
(ISBN - International Standard Book Number)

Do you need an ISBN on a kindle ebook?

What is an ASIN Number on Kindle ebooks? How do you get an ASIN? (Amazon Standard Index Number)

How do you get an ISBN for publishing a book on Create Space?

7:44 Who owns the publishing rights on your books?

8:50 How do you target your audience to maximize your book sales?

"Your deepest pain point has the potential to be your highest paying point" Dr. Fred Jones

10:19 What are digital rights Management on Amazon?

Connect with Dr. Fred and get his download at - http://drfredjones.com

RCUWomen - http://rcuwomen.com/forum

Lany Sullivan at - http://lanysullivan.com
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O que aprendemos de 5 milhões de livros







Enviado em 20 de set de 2011
http://www.ted.com Have you played with Google Labs' NGram Viewer? It's an addicting tool that lets you search for words and ideas in a database of 5 million books from across centuries. Erez Lieberman Aiden and Jean-Baptiste Michel show us how it works, and a few of the surprising things we can learn from 500 billion words.

TEDTalks is a daily video podcast of the best talks and performances from the TED Conference, where the world's leading thinkers and doers give the talk of their lives in 18 minutes. Featured speakers have included Al Gore on climate change, Philippe Starck on design, Jill Bolte Taylor on observing her own stroke, Nicholas Negroponte on One Laptop per Child, Jane Goodall on chimpanzees, Bill Gates on malaria and mosquitoes, Pattie Maes on the "Sixth Sense" wearable tech, and "Lost" producer JJ Abrams on the allure of mystery. TED stands for Technology, Entertainment, Design, and TEDTalks cover these topics as well as science, business, development and the arts. Closed captions and translated subtitles in a variety of languages are now available on TED.com, at http://www.ted.com/translate.

Livros Técnicos Digitais, EAD, Universidades Inteligentes - Escola Técni...







Publicado em 10 de mar de 2014
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O EAD e a PcD - a universalização do ensino M2U03128







Publicado em 1 de jan de 2014
O (Programa Mais Médicos) mostra, demonstra e atesta o fracasso do ensino superior no Brasil. Nossas universidades instaladas nas grandes cidades pouco contribuem para a universalização do ensino profissional e as lógicas radicalmente corporativas condenam à morte e sequelas graves milhões de brasileiros pela falta de bons profissionais (em qualquer atividade técnica) bem distribuídos nesse imenso país. Mais ainda, a inclusão é uma utopia e assim uma parcela significativa de jovens é excluída do ensino formal por impossibilidade de frequentar escolas convencionais, perdendo espaços no mercado de trabalho e social.
A desculpa tradicional é a falta de dinheiro quando se questiona a atuação dos governantes; muito do que acontece, contudo, é o resultado de políticas equivocadas de distribuição e utilização das verbas dedicadas ao ensino e à educação no Brasil.
O ensino superior em geral é uma atividade oferecida em condições e exigências muito distantes do que nosso povo necessita e pode cumprir.
Escolas no padrão presencial impõem a presença de alunos e professores em sala de aula. Todos são obrigados a estar num determinado endereço diariamente para assistir ou dar aulas nem sempre eficazes. Pior ainda, induzem seus estudantes a hábitos ruins como, por exemplo, ir e vir à escola usando o transporte motorizado individual. As escolas que atendem alunos com possibilidade de dirigir, polos de convergência de milhares de pessoas em seu corpo docente e discente, gastam mais espaços com estacionamentos do que em salas de aula, por sua vez usuárias perdulárias de energia e demandando uma enorme estrutura de apoio operacional, só para exemplificar. A precariedade da mobilidade urbana na maioria das cidades brasileiras cria custos, riscos e desperdício de tempo absurdos.
A escola convencional é nociva ao meio ambiente urbano.
A Reforma do Ensino Superior promovida há décadas diminuiu muito a educação política e social dos alunos. O desmonte de turmas inviabilizou algo que foi muito importante à educação até a década de sessenta do século passado. Ou seja, uma qualidade importante dos famosos "campus" não existe mais.
O estudante que não é rico precisa trabalhar, a obrigatoriedade de frequentar aulas presenciais significa um tremendo esforço com prejuízos ao aprendizado, ao rendimento do estudante.
A internet se universaliza; os computadores pessoais são gradativamente mais potentes; sistemas de IO viabilizam a inclusão; softwares existem e têm uma infinidade de opções de inovações na área educacional etc.; o estudante pode criar um ambiente de estudo ajustado a suas necessidades para padrões de aulas síncronas ou não.
Por quê não o EAD? O que é melhor? O ensino universitário deve ser excludente?